A diversidade cultural na escola

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Segundo Delors (1996), a educação é veículo transportador de cultura e valores que têm por objectivo estabelecer vínculos sociais assumindo-se como um verdadeiro espaço de sociabilização que faz da diversidade factor positivo.

De facto, diversidade, deve ser um factor determinante na construção dos projectos curriculares, a escola deve entender a diversidade cultural (diferentes origens, classes sociais, valores) não como algo que deve ser atenuado, fazendo com que todos pareçam iguais quando não são, mas como algo enriquecedor para um currículo autónomo, e por isso com objectivos específicos, mostrando as diferenças, valorizando-as, fazendo do espaço escola um lugar para o exercício de uma educação mais feliz para todos, onde valores e culturas coabitem respeitando-se e entendendo-se.
A escola deve ser um espaço de inclusão, onde, a direcção da escola, professores e alunos estabeleçam um compromisso com base na coesão social, estes princípios devem ser transversais aos conteúdos de cada disciplina. Princípios esses, que devem ser o conhecimento e respeito pelas culturas, só assim se consegue encontrar um equilíbrio entre alunos de diferentes origens.
As questões levantadas por Luís Barbosa em “Uma visão Horizontal “demonstram uma visão lúcida sobre o nosso “défice cultura” que apenas poderá ser ultrapassado quando compreendermos todos que “ a arte é tão necessária como o ar que respiramos”.
Eu, apenas acrescento, arte na sua diversidade.

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